família · Felicidade · Filhos · Vida

Aquele da escolha do Centro Educacional

Sabemos que o momento de escolher onde nossos pequenos vão ficar quando retornarmos ao trabalho não é uma tarefa fácil para a maioria das mamães e papais. Muitos optam por deixarem os filhos com os avós, ou parentes próximos. Tem quem opte por uma babá que auxilie na casa e com a criança, porém muitos optam por levar a criança um centro educacional, e é sobre esta escolha que será este texto.

Na maioria das localidades existem dois tipos de centros educacionais, os municipais e os particulares. Os municipais são frequentemente chamados de Creches, porém em nossa cidade, são denominados de CMEI – Centro Municipal de Educação Infantil, eu particularmente acho mais adequado este último e os particulares são de iniciativa privada. Cada qual deve possuir estrutura conforme normas de funcionamento para tal.

Quando optei por um centro educacional como auxílio com minha filha, eu precisei escolher entre as opções em minha cidade e gostaria de compartilhar como foi essa experiência e quais requisitos basicamente foram seguidos, bem como algumas dicas que acredito que sejam úteis. Quero salientar, que não tenho formação na área e que minhas dicas são baseadas em minha experiência como mãe:

  • Primeiramente, escolher entre municipal ou particular. Muitas vezes a opção é contrária, pois sei de casos em que não havia vaga no público e por isso os pais optaram por particular, ou vice e versa. Porém é importante verificar o orçamento familiar bem como o custo benefício de cada centro particular (atividades oferecidas entre outros).
  • Próximo passo, identificar quais centros educacionais facilitam a rotina diária. Essa escolha é importante pois com a rotina corrida da maioria dos papais, uma rota que facilite o levar e buscar acaba auxiliando no dia-a-dia. Sendo assim, muitos papais optam por um centro próximo a residência ou familiares e outros optam pela proximidade ao trabalho. Lembrar sempre de considerar o meio de transporte utilizado pela família, ou pelo responsável por levar e buscar a criança no centro, pois isso também deve ser pesado na decisão.
  • Essas escolhas feitas, é hora de conhecer a estrutura, de alguns centros que preencham os outros requisitos já citados. É importante fazer a visita durante o período de funcionamento para que interaja com os profissionais e veja como o centro funciona. É de suma importância que o mesmo tenha estrutura adequada, limpa e organizada para atender os pequenos.
  • Conhecer os profissionais que trabalham no centro.
  • Conhecer os métodos utilizados e se os princípios que norteiam a instituição condizem com os da sua família.

A escolha do CMEI que minha filha frequentaria foi uma escolha fácil, pois o CMEI que achávamos o ideal tinha vaga e logo fomos chamados. No período certo conseguimos fazer a adaptação dela na instituição e logo ela estava adaptada e muito feliz. E nós, os papais também!

Nos contem como foi essa escolha para vocês papais e mamães!

Beijocas

Geo

*foto extraída da internet.

 

 

 

Decoração · Felicidade

Aquele da sala de estar

Se tem um lugar que reúne toda a família, e que merece ser lindo e aconchegante é a sala de estar. Alí passamos horas descontraídas e felizes do nosso dia. Relaxamos no final de um árduo dia de trabalho, descansamos, conversamos, assistimos TV, lemos um bom livro…Enfim, a sala de estar deve ser um local de paz e tranquilidade, e a decoração ajuda muito com isso. Vamos ver como? E o melhor, gastando pouco 😉

Quadros decorativos

Hoje em dia, essas peças são comercializadas em diversas lojas, em diversas faixas de preços, para os mais variados gostos. Outra opção, além dos quadrinhos prontos, é que você pode personalizar com fotos da família 😀

 

Almofadas

Além de serem super úteis, trazendo aconchego e conforto, são peças fundamentais na decoração da sala. Trocar as capas da almofadas renova o ambiente. Estas podem ser encontradas em diversas lojas, e também varia muito seu preço. Também é possível mandar fazer aproveitando algum tecido que você tenha em casa.

 

Luminária/Abajur

Para uma iluminação diferente, talvez até relaxante, opte por um abajur ou luminária, ao lado do sofá. Além do charme, ele também é útil 😉

 

Bandejas

Ah bandejas. Eu já falei delas aqui, e sim, elas são super versáteis. Você pode colocar em uma mesa de centro, por exemplo, e as mesmas além de servirem como peça decorativa, podem guardar objetos ou xícaras e taças 😀

Prateleiras

Super funcionais e estilosas, elas podem guardar fotos, livros, velas, flores ou outros objetos decorativos, deixando o ambiente prático e decorado.

Cestas

Elas podem guardar a sua baguncinha 😉 E ainda decorar a sala com um estilo despojado. Fica uma gracinha. Experimente 😀

Puff

É prático como descanso de pés ou para sentar. É confortável, útil e decorativo 😀

Espelho

Independente do tamanho da sala, o espelho amplia o ambiente. É super útil, claro, e há muitas molduras disponíveis, para completar a decoração 😀

Tapete

Fofinhos, eles remetem a aconchego, paz, sossego, relax…Dá outra perspectiva ao ambiente. Experimente 😀

Deixar a sala de estar linda, fofa, aconchegante é simples. E tenho certeza de que você tem quase todas essas peças em casa não? Fácil né? Qual tipo de decoração você não dispensa na sua sala de estar? Me conta.

Beijinhos

Schá

família · Felicidade · Filhos · Vida

Aquele da realidade de mãe

Qual mãe de primeira viagem que durante a gestação não fez milhares de planos sobre quão mágica seria a licença maternidade? Passeios com o bebê, um cronograma com as rotinas e uma vida de contos de fadas. Não que não seja mágico ter um filho, é lindo e único, porém a realidade é um pouco diferente em alguns momentos.

Já contei para vocês em outros posts como foi descobrir que estava grávida e a chegada da Malu e hoje falarei um pouco como foi o momento pós parto, minhas dificuldades e adversidades vividas durante a minha licença maternidade.

Ganhei a Malu em uma segunda – feira e na quarta – feira de meio dia fui para casa. Na ida já paramos na farmácia pois tinha uma lista de coisas a comprar. Chegamos em casa e minha ficha caiu, a partir daquele momento a rotina para os próximos meses era: trocar fraldas, amamentar, fazer o bebê arrotar, dormir e logo iniciar tudo novamente. Naquele momento me bateu uma insegurança e um sentimento que até então eu desconhecia. Uma mistura de felicidade com medo. Mas eu precisava muito de um banho quentinho e relaxante, depois pensaria no resto.

De fato minha vida havia mudado completamente, uma vida dependia de mim. Eu era a fonte de todo o alimento, literalmente, daquele ser que tinha os olhos mais profundos que eu havia visto, parecia que ela via a minha alma. E aí se deu início a uma jornada de trocas de fraldas, mamadas e tudo mais (hoje tenho saudades daquele tempo).

Já no primeiro dia em casa iniciaram as visitas e eu me sentia mais segura com pessoas comigo. Claro que quando a Malu tinha cólicas e chorava sem parar eu ficava meio perdida, me sentia na obrigação “de dar um jeito” e quanto mais nervosa eu ficava, mais ela chorava. No 4º dia em casa, mais precisamente domingo a tarde, eu tive uma crise de tristeza muito grande, na segunda – feira minha mãe, meu pai e meu marido voltariam a rotina normal de trabalho e eu estaria em casa sozinha com a Malu! Confesso que por várias vezes imaginei um plano caso algo desse errado, uma rota rapidíssina até o pronto socorro e caminhos alternativos caso precisasse, mas nunca precisei! E essa tristeza pós parto durou somente 2 dias. Logo estava tudo bem, mas muitas mamães tem depressão pós parto e isso deve ser levado muito a sério.

Nos dias que se seguiam, eu me sentia bombardeada por dicas e conselhos sobre os mais variados assuntos: “é verão deixa a casa aberta para ventilar”, “fecha a casa pois a criança não pode pegar vento”, “não molha o umbigo no banho”, “lava bem o umbigo dela que não tem problema”, “você não da água para ela?” “Chazinho tem que dar um pouco”. “O bebê tem cólica? Será que você comeu o que para dar cólica?”. Parecia que cada mamãe que vinha me visitar queria deixar um pouco de conhecimento para que eu sofresse menos, mas eu acabava ficando confusa e sem saber em alguns casos como agir. Até que um dia minha mãe me disse: Giovana, (me arrepia quando ela me chama pelo nome, pois é encrenca) a filha é tua e você faz para ela o que como mãe você acha certo, independente do que o mundo fala. Opa, ela novamente tinha razão, eu precisava ser a melhor para a Malu e isso era entre eu e ela. Porém eu também entendia e entendo que, as pessoas querem auxiliar com conselhos e dicas pois já passaram por essas situações e querem contribuir com você. Muitas das dicas e conselhos eu coloquei em prática e deram certo.

O tempo foi passando e eu comecei a conhecer o choro de fome, de cólica e de manha da Malu, passei a olhar para ela e entender o que ela queria, não 100%, mas na maioria das vezes. Era como se uma sintonia tivesse se estabelecido entre nós. E aí eu logo passei a retomar as minhas atividades em casa pois já conseguia realizar a maioria dos meus afazeres. Logo, minha rotina era, além de cuidar do bebê realizar as tarefas domésticas. Lembro – me de ver uma foto na internet e me indentificar profundamente, até a colei abaixo pois era exatamente assim que me via.

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Mas sabem, eu não trocaria esta experiência por nada neste mundo. É a tarefa mais recompensadora que existe. Eu no final do dia estava exausta, mas nunca tinha estado tão feliz. Uma sensação de realização plena! Porém com uma pontinha de dúvida se de fato era uma boa mãe! rsssss

A vida é cheia de mistérios e revelações e ser mãe é algo inspirador e me faz melhor a cada dia.

E vocês mamães, foi fácil os dias pós parto? Também se sentiram perdidas por um tempo? Compartilhem conosco as suas experiências.

Beijocas

Geo

*Fotos extraídas da internet.

Casamento · Felicidade

Aquele dos convites de padrinhos

Se tem um momento que é muito especial para as mulheres, é o casamento ❤

Independente do tamanho da cerimônia, grande ou pequena, reservada ou lotada, são muitos detalhes e decisões para se levar em consideração. Uma das coisas mais legais é escolher os convites para aqueles que serão as testemunhas desse momento tão especial: os padrinhos 😀

Por serem pessoas extremamente especiais para os noivos, o convite deve estar a altura. Deve ser algo que simbolize o quanto os padrinhos são essenciais na vida dos noivos, que demonstre todo o amor e carinho envolvidos entre eles. Se o convite for personalizado, com os nomes dos padrinhos, por exemplo, leva a um nível ainda mais especial o convite. Quem não gosta de se sentir importante para os noivos não é? Pensando nisso, temos algumas dicas de modelos de convites de padrinhos para impressionar você:

Em cartonagem

Um material duradouro, com custo mais acessível e podendo ser facilmente personalizado.

Onde encontrar? Aqui: Malu Babalu Cartonagem Sob encomenda, personalizado

Em MDF

São caixas feitas de MDF, material resistente e personalizável

Super lindas né? Onde encontrar? Temos uma dica: CaixinhadeSurpresas  Produtos a pronta entrega e sob encomenda 😉

E dentro, como será o convite? Você pode colocar uma cartinha convite e/ou ainda encher de mimos, tais como espumante (ou outra bebida) com duas taças, toalhinha personalizada, desodorizador de ambiente, canecas, bombons, gravata e lenço, enfim, há uma infinidade de presentinhos para deixar esse convite ainda mais fofo ❤ Olha as fotinhas aqui 😉

 

Com certeza, os seus amigos ficarão honrados em receber um convite assim, personalizado, cheio de amor, carinho e dedicação. Presentes personalizados mostram a importância dos padrinhos para a vida dos noivos. 🙂

E aí, o que acharam dessas ideias? Já usaram alguns desses convites? Conta aí 😉

Beijinhos

Schá

As imagens do post são extraídas da internet, de sites tais como Elo7, Mercado Livre, Hurao, Zoom, entre outros.

 

Decoração · Felicidade

Aquele das boas energias

Um fato: pensamentos positivos atraem resultados positivos. 😀 Nem sempre conseguimos, isso também é um fato. As situações do dia a dia, por vezes, nos desanimam e nos forçam a nos isolar. Por isso, antes de mais nada, é fundamental mudarmos nossa forma de pensar e ter uma atitude positiva para com a vida: sorrir, sair, falar com pessoas, ouvir músicas, ver o lado bom das coisas. E depois, tenha na sua vida elementos que ajudam a atrair coisas boas, pensamentos positivos e felizes. Vamos ver como colocar esses elementos positivos dentro de casa?

Plantas

Além dos efeitos lindamente decorativos, algumas plantas tem o poder de purificar o ar. Quais são elas? Aloe vera, Espada de são jorge, Lírio da paz, Hera inglesa, entre outras. Experimente colocar uma planta dessas em um quarto ou sala, por exemplo. A sensação de ar puro deixa o ambiente leve 😉

 

Velas

Para quem gosta de velas, opte por velas brancas. Elas criam uma atmosfera pura, relaxante e agradável.

 

Casa Limpa

Essa nem precisamos comentar né? Sem limpeza, não adianta ter plantas, velas, flores ou o que for. Mantenha seus móveis em bom estado de conservação e a casa organizada. Quer coisa mais gostosa do que uma casa limpa?

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Luz Natural

Abra as janelas e as cortinas da sua casa. Deixe a luz natural entrar em casa, pelo máximo de tempo que puder, nem que seja 5 minutos 😀

 

Fonte

É uma questão de gosto pessoal, portanto, para quem gosta, ter uma fonte em um jardim, ou mesmo uma pequena dentro de casa, relaxa e principalmente, acalma as emoções. Esse é o poder da água 😉

 

Flores

Flores coloridas nos animam e alegram, além de ter a função de também purificar o ambiente.

 

Viu como é fácil ter um lar aconchegante, um porto seguro, um refúgio, um lugar de paz? 😀 Gostaram das dicas? Conta aí, o que você faz pra deixar seu lar assim?

Beijinhos

Schá

família · Felicidade · Filhos · Saúde

Aquele do nascimento!

Era dia 05 de Janeiro de 2015, 8 horas da manhã e eu me preparava para o meu último banho de grávida, algo me dizia que seria mesmo este dia! Lembro – me que tive uma conversa com meu bebê (é, ainda era só meu), explicava que não precisaria ter medo, ela sairia de dentro da minha barriga e seria bem cuidada até vir de volta aos meus braços. Foi bem isso mesmo que falei.

Fui até a casa da minha mãe e seguimos para a minha consulta. Chegando lá, iniciamos a consulta e tudo estava bem, porém, no final do ano, durante as férias do meu médico eu me senti mal e tive de ir até a emergência para atendimento, minha pressão estava subindo, achamos então que seria prudente fazer o parto naquele dia mesmo. Lembro-me que o Dr. Disse: Tenho um parto para daqui a meia hora, posso fazer o seu também. E eu disse: Dr. e se fosse amanhã?

Liguei para meu marido que trabalhava na época em uma cidade vizinha, avisei a família toda, e principalmente o meu pai que teria que ir buscar as malas em casa. E eu e minha mãe fomos a pé até o hospital que era quase na frente do consultório. Em menos de 5 minutos estávamos na recepção do hospital esperando para fazer a minha internação. Eu nem tinha preenchido a papelada e me chamaram para o centro cirúrgico, eu e mais uma futura mamãe. Eu estava ansiosa pelo momento e ao mesmo tempo tranquila pois sabia que tudo daria certo. Já minha mãe me parecia meio em pânico, pálida e pela primeira vez na vida eu a vi  sem palavras.

Segui de cadeira de rodas, procedimento necessário, até o pré parto onde vesti um jaleco, tirei minhas jóias e andei por um corredor até uma sala cheia de leitos, vi que uma mulher se recuperava do parto, já com o seu bebê nos braços e pensei, logo serei eu!

Alguns minutos se passaram e logo chegou aquela mãezinha que foi chamada junto comigo para o centro cirúrgico. Nós duas estávamos falantes, ansiosas, com receio dos procedimentos pois ambas nunca tínhamos passado por nada nem parecido, eu por exemplo nunca tinha operado, sequer fiquei internada alguma vez na vida. Ambas sem acompanhantes, ríamos e fazíamos graça da situação para descontrair aquele momento que foi tão temido para nós, a sonda e o soro!

Enfim, eu estava pronta e segui para o centro cirúrgico, sozinha, meu marido não conseguiu chegar a tempo! Nesse momento eu comecei a ficar um pouco nervosa, sempre tive medo de agulhas e eu passaria pela anestesia. Mas, Deus sabe o que faz, e um anjo vestida de enfermeira me ajudou e acreditem, eu nem senti dor! Anestesia aplicada e graças a Deus fez efeito logo, iniciou o parto. Ocorreu tudo bem, eu estava amparada por profissionais excepcionais, me deram toda a segurança necessária para que eu estivesse tranquila naquele momento. Era 10 horas e 56 minutos e o anestesista me disse: Parabéns mamãe, é uma grande menina! Eu não ouvia nada, pois estava chorando já, então pedi: Está tudo bem, ela não está chorando por quê? E a pediatra respondeu: Ela já vai chorar mãezinha. E aí eu ouvi o som mais lindo até então. Em alguns minutos um monte de panos com um rostinho a mostra foi trazido para perto, nunca esquecerei aquele rostinho rosado, aquela boquinha pequena e os olhinhos estalados me olhando, só consegui dizer: Você não sabe o quanto eu esperei para te conhecer, valeu cada segundo! Dei-lhe um beijo e comecei a sentir uma forte pressão na nuca, segundo o Anestesista era normal e a Malu foi levada para outro ambiente e eu fiquei lá. Logo a pressão parou e começou uma coceira muito forte no meu nariz. Essa coceira me atormentou o dia todo, se tratava de uma reação a anestesia.

Enfim, fui levada ao pós parto e logo a outra mãezinha foi trazida também, agora nós duas mais aliviadas, tudo tinha ocorrido muito bem, fazíamos piadas sobre nem estarmos maquiadas e ansiosas para que trouxessem nossas filhas.

Lembro – me que o Dr. preenchia alguns papéis e me contava que a Malu era sadia e que tinha o olho azul! Eu não via a hora de tê-la nos braços.

Passaram uns minutos, entra meu marido com ela nos braços. Nós dois choramos diante daquele momento que por nós foi tão esperado.

Em dois dias estávamos em casa, com nossa princesa saudável e nos enchendo de alegrias.

Eu acabei de escrever este texto e contei a ela a história toda, ela ouviu atenta e logo me pediu: Agora conta uma história de lobo mamãe. No outro dia no café da manhã ela olhou para o pai dela e pediu: Papai, você lembra quando eu tava na barriga da mamãe?

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Mais alguma mamãe quer compartilhar sobre o nascimento do seu bem mais precioso? Dividam conosco esta experiência cheia de emoções.

Vou contar mais em outro momento sobre os conselhos, dicas e como foi a adaptação  da nova rotina com a Malu em casa.

Beijocas

Geo

Alimentação · Emagrecer · Felicidade

Aquele dos rótulos dos alimentos

Quando pensamos em mudar nossa alimentação, principalmente objetivando emagrecer, são muitos hábitos novos que precisamos mudar. Além de consumir alimentos saudáveis, praticar exercícios físicos, pequenas mudanças diárias são necessárias. Uma delas, que me ajudou muito para perder peso, foi conhecer os alimentos por meio da leitura dos rótulos. Eu lia algumas pessoas comentando nas redes sociais que preciso ler os rótulos. Ok, eu lia a tabela nutricional e achava que estava certo. Porém, descobri que não é bem assim. Além da tabela nutricional, precisamos ler os ingredientes da embalagem dos produtos. E aí sim, eu aprendi a ler os rótulos, e passei a escolher sabiamente o que comprar e principalmente, o que ingerir. Conversei com a nutricionista funcional Ingridy Lima, e ela vai esclarecer todas as nossas dúvidas sobre os rótulos dos alimentos. Vamos lá?

Primeiro, vamos conhecê-la melhor. Formada em Nutrição pela UnC Concórdia em 2012, em 2013 iniciou uma pós graduação em Nutrição Esportiva Funcional. “A nutrição funcional me trouxe uma visão diferente em relação a nutrição que aprendi na graduação. A nutrição funcional é um método mais abrangente de avaliar o paciente levando em conta a sua individualidade bioquímica, logo nenhum alimento ou estratégia alimentar deve ser rotulada como boa ou ruim, pois a sua utilização irá depender do individuo a que se destina. A nutrição funcional busca o equilíbrio considerando todos os sistemas do corpo, ou seja, se o seu objetivo é emagrecimento, por exemplo, é impossível não tratar intestino, fígado, etc, pois tudo está em conexão no nosso corpo e todos os sistemas em perfeito funcionamento, como uma orquestra, trarão os benefícios  de saúde e vitalidade positiva”. 🙂

Ingridy
Ingridy Lima – Nutrição Esportiva Funcional 
CRN 10/3596

Vamos ao assunto de hoje? Como ler os rótulos?

Segundo Ingridy, “é bem comum as pessoas terem dificuldades para decifrar os rótulos. Portanto, a dica mais simples é olhar a lista de ingredientes. Onde diz INGREDIENTES: O primeiro ingrediente que aparecer é o que está em maior quantidade no produto. Por isso a melhor sugestão é evitar produtos que contenham açúcar como primeiro ou segundo ingrediente. E também, quanto menos ingredientes na lista, melhor, significa que é  um produto mais natural com menos adição de conservantes e produtos químicos”.

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Exemplo de rótulo com vários ingredientes. Note que a embalagem diz que é “leve”. Mas vocês leram os ingredientes?

Alguns alimentos contem ingredientes que não sabemos os nomes. Como Maltodextrina, por exemplo. O que são esses ingredientes?
“A Maltodextrina é um tipo de carboidrato, assim como o açúcar, e é rapidamente absorvida e eleva a glicose sanguínea rapidamente. Tem a mesma função do açúcar, mas com nome diferente, podendo assim, confundir o consumidor que procura por açúcar na lista de ingredientes e logo pensa que aquele produto não tem açúcar”. 😮

Quais outros ingredientes devemos tomar cuidado com seus nomes “disfarçados”? “A industria alimentícia usa de manobras para tentar disfarçar o açúcar nos produtos, se você ler na lista de ingredientes:  maltodextrina, dextrose, dextrina, melaço, xarope de milho, sacarose, frutose, tudo quer dizer a mesma coisa: AÇÚCAR! Esses produtos são os substitutos para o açúcar apenas com nomes diferentes, mas a mesma função.”

“Devemos ter cuidado também com os adoçantes artificiais como aspartame, acessulfame K, ciclamato de sódio, sucralose, sacarina. Adoçantes são produtos específicos para diabéticos e mesmo assim, ainda existem outras opções mais saudáveis de adoçantes naturais. O consumo de adoçantes artificiais está relacionado a várias doenças, e isso é comprovado por meio de estudos científicos, nos mostrando, portanto, que o consumo desses produtos,  não favorece a saciedade e ainda aumenta o consumo alimentar do individuo, contribuindo para o aumento do peso. O fator mais observado na maioria dos estudos é a direta relação entre aumento de peso e o consumo de adoçantes artificiais, tanto inserido em bebidas quanto em alimentos semi-sólidos, como o iogurte”.

Quais suas sugestões de produtos industrializados, tem algum realmente natural? Para escolher melhor os produtos industrializados a melhor opção é observar a lista de ingredientes. Por exemplo, existem no mercado várias opções de barrinhas de cereais, porém, a maioria contém grande quantidade de adoçantes, açúcares e corantes. Mas existem opções do bem, e essas são as que levam menos ingredientes na sua lista de ingredientes. Outra opção é evitar consumo frequente de produtos que contenham em sua composição nomes difíceis, tais como glutamato monossódico (um realçador do sabor muito comum em molhos prontos e caldos de carne, sopas prontas), corantes, edulcorantes, flavorizantes. Descasque mais e desembale menos para ter uma vida mais e longa saudável! ” 😉

MundoBoaForma

Ou seja pessoinhas, nem tudo que tem o nome diet, light, ou tem na embalagem 0 açúcar, 0 gordura, realmente é saudável. Viram a importância de ler os rótulos? Dicas valiosas, não? Agora você já sabe como fazer as tuas comprinhas no mercado e comer sem peso na consciência (e nem na balança…hahahah).

Gostaram das dicas? Tem mais alguma dúvida na questão nutricional? Conte pra nós , e em outro momento convidamos nossa querida nutri Ingridy – minha prima mais linda do mundo 😉 – para esclarecer esse assunto pra nós. Se quiser contata-la, clique aqui

Obrigada Ingridy por seu tempo e atenção. ❤

Beijinhos

Schá