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Aquele sobre a Decisão da Cirurgia Bariátrica

Há anos eu luto contra o sobrepeso, são várias fases de grandes emagrecimentos, o peso se mantinha por algum tempo e logo voltava tudo, ou mais. No ano passado postei um depoimento sobre meu emagrecimento e sobre a luta contra o peso que travo desde a infância. O que ocorreu é que ganhei peso muito rápido, primeiro porque parei meu programa com a fisioterapeuta que me atendia, eu precisava me testar para ver se eu conseguia sozinha, mas na verdade era um mecanismo sabotador que estava atuando novamente.

No inicio deste ano, com o peso bem elevado, procurei um clínico geral para verificar algumas mudanças no meu organismo, eu tinha até produção de leite, meu corpo estava todo fora dos “padrões”. Depois de vários exames, descobrimos por meio de uma ressonância magnética que eu tenho um adenoma na hipófise, e é um prolactinoma, por isso que tenho produção de leite. Inicialmente eu me assustei, mesmo sendo benigno, ficam tantas dúvidas pairando. Consultei com um especialista e o tratamento iniciou, logo os níveis de prolactina normalizaram e o adenoma vai sendo monitorado semestralmente. Porém mais um problema permanecia, a obesidade.

Em maio em uma consulta o clínico geral Dr. Eduardo veio a sugestão, que eu pensasse na hipótese de cirurgia bariátrica. Inicialmente foi um conflito dentro de mim, era o terceiro médico em 7 anos que me indicava a cirurgia, um alerta começou a piscar. Não era uma decisão fácil, mas eu precisava decidir que tipo de vida eu queria ter. Conversei com muitas pessoas sobre a hipótese, muitas me diziam que eu conseguiria sem cirurgia, mas que se eu decidisse pelo sim, me apoiariam, tiveram aqueles que me apoiaram incondicionalmente e aqueles que ficaram em cima do muro, só que no final das contas, a decisão era minha e era sobre a minha vida, ou seja, minha opinião era o que prevalecia.

Antes de decidir, conversei e sondei pessoas que já operaram, me informei sobre o procedimento, sobre complicações, sobre limitações e mais algumas informações que achei que me ajudariam na decisão.

Após um exame de nível de prolactina e retorno ao neurologista para atestar que o tratamento estava dando resultado e a medicação podia ser mantida, voltei em 03 de outubro no meu clínico geral e a pergunta foi: vamos fazer a bariátrica? Sem titubear eu disse SIM!

Sim para uma segunda chance de ter controle sobre meu corpo, uma segunda chance para aprender a comer, seria uma vida nova. Acreditem, a decisão é a parte mais dolorosa desse processo. Admitir que você precisa de ajuda é algo libertador, mas que doi na alma. As vezes era um misto de alegria com vergonha, euforia com sentimento de fracasso, mas eu segui a diante e decidi que superaria todo e qualquer sentimento ruim que aparecesse e assim foi.

Quer saber mais? Acompanhe as próximas postagens que eu contarei tudinho.

Beijokas e sejam felizes! Eu estou em busca…

 

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